domingo, janeiro 29, 2006

Acessibilidade na campanha: uma reportagem no Magazine Consigo

Hoje o Magazine CONSIGO da Dois mostrou uma peça sobre a
Acessibilidade dos Candidatos à Presidência da República.

Presidenciais 2006 - peça de vídeo em formato QuickTime



A peça pode ser vista ainda no VideoBlog deste programa, de verdadeiro Serviço Público.

domingo, janeiro 22, 2006

Juntos por Portugal

Neste momento já sabemos que o Prof. Cavaco Silva será o próximo Presidente de todos os Portugueses. A maioria dos Portugueses identifica-se com a mensagem de união e congregação de esforços para construir um Portugal Maior, que serve de mote ao Professor, e que servirá de mote a todos para o futuro.

Esta vontade e energia de fazer Melhor, Maior invadiu o país. Distritos que tradicionalmente são votantes à esquerda, surpreenderam desta vez. O sul do país inverteu, nestas eleições, o seu sentido habitual de voto. Os eleitores de Évora, Portalegre, Castelo Branco ou Setúbal escolheram maioritariamente Cavaco Silva. Surpreendentemente em concelhos como Loures, Coruche, Reguengos de Monsaraz ou Almada o mesmo sucede.

No final de contas o que importa é que ganhámos todos. Juntos por Portugal.

Vitória e oportunidade de Portugal

A confirmar-se a vitória de Cavaco Silva à primeira volta, é Portugal que ganha!E é uma oportunidade que todos teremos de aproveitar para fazer algo mais pelo nosso país, tornar Portugal Maior

Presidente da República Portuguesa


Com 3489 freguesias apuradas e 771 por apurar, às 20.46 Cavaco Silva registava 52,26% dos votos validamente expressos. Acompanhe aqui.

Imagem enviada por Sebastião Sá da Bandeira

Parabéns, Portugal!

Todos temos muita expectativa no futuro Presidente da República. Queremos que esta vitória seja a de Portugal e de todos Portugueses.

Vitória em freguesia modelo

Com 50 mil habitantes, Paranhos é a maior freguesia do Norte e a terceira maior do país.
É tida como freguesia modelo pelos institutos de sondagens. Os resultados que me chegam de Paranhos apontam para uma clara vitória de Cavaco Silva.

Presidente Aníbal Cavaco Silva


O próximo Presidente de todos os Portugueses!
Com excepção da RTP, todas as projecções apontam para a vitória de Cavaco Silva à primeira volta.
Segundo lugar para Manuel Alegre, a uma longa distância de Mário Soares.
Aguardemos, no decorrer desta noite, a evolução dos resultados propriamente ditos.
Informações que chegam de todo o país apontam para uma vitória clara.

Interactividade

Recebidas dezenas de mensagens nas últimas horas. A cadência aumenta vertiginosamente.

O momento da verdade

CCB, noite eleitoral. Serenidade e expectativa. Os resultados oficiosos circulam nos corredores.
A contagem decrescente começou.... Aguardemos.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Domingo é dia de votar


"Portugueses, está a terminar a campanha eleitoral que nos conduz às eleições Presidenciais do próximo Domingo. Ao longo destes três últimos meses empenhei-me em ouvir os Portugueses. Homens e mulheres de todas as idades, de todas as regiões e de todas as condições sociais. Quis que ficassem ainda mais claros no meu espírito os verdadeiros problemas que nos preocupam como povo. Quis também sentir os sonhos e ambições dos Portugueses, a todos falei com muita sinceridade, procurei tornar clara a minha visão dos problemas e sobretudo transmitir a todos as minhas ambições para o nosso país.
Consciente dos problemas quis ser uma voz de esperança nesta campanha. Acredito que há muitas razões para termos esperança, sei que todos os povos passam por momentos mais difíceis, mas eu acredito nas pessoas e por isso sei que os problemas que enfrentamos podem ser vencidos. A nossa História de nove séculos é prova disso, muitos dos nossos antepassados passaram também por momentos difíceis, souberam ultrapassa-los, foram capazes de os vencer. E é exactamente por isso que aqui estamos hoje como Estado Nação mais antigo da Europa.
Procurei também deixar claro o meu absoluto respeito pela Constituição da República e pela separação de poderes nela consagrados.
Afirmei com clareza um conjunto de princípios e ideias basilares em que acredito.
Desde logo a ideia de Democracia, que para além de eleições e alternância é um código moral. A ideia de que o desenvolvimento só é económico para ser social. A certeza de que o Estado não é um feudo dos que ganham. O Estado tem de ser uma entidade ao serviço de todos, o agente activo na criação de condições de mais justiça social.
Afirmei também, a minha crença no valor do diálogo, o diálogo que congrega vontades, mais vontades para construir um Portugal melhor. A minha certeza de que a transparência é hoje, mais do que nunca, um principio inerente ao exercício do poder democrático. No quadro destes princípios assumi o compromisso de colocar o meu saber e a minha experiência ao serviço de Portugal e dos Portugueses.
Esta foi a minha campanha eleitoral. Em nenhum momento recorri ao ataque pessoal ou ao insulto a qualquer dos meus adversários políticos, pelo contrário, por todos demonstrei o maior respeito. No final desta campanha sei que há uma vaga de esperança que percorre o país. Temos todos que nos congratular com este facto, porque a esperança, a confiança em nós próprios, é a primeira condição do nosso sucesso colectivo. Fiquei convencido de que os portugueses conhecem hoje a importância desta eleição. E encontram nela uma oportunidade que não querem perder. Este é o resultado muito positivo desta campanha, que levei a cabo com sinceridade e empenhamento.
No próximo Domingo é dia de votar, é dia de expressar pelo voto a nossa vontade em relação ao futuro e, se me é permitido, gostaria de apelar a todos para que não deixem de ir votar, não deixem de exercer aquilo que é um direito e um dever de cidadania. Se estas eleições têm tanta importância para o nosso futuro, não podemos deixar que uma parte decida por todos.
A terminar esta campanha quero reafirmar a minha confiança no meu país e no seu povo, no povo a que me orgulho de pertencer. Tenho a certeza de que se quisermos, se quisermos todos, podemos fazer Portugal Maior. É este o meu sonho, é esta a minha ambição, uma ambição que não é de poder, uma ambição que é de servir para melhorar a vida dos portugueses. No final desta campanha fiquei a saber melhor, que é este o nosso sonho e a nossa ambição colectiva. Vamos conseguir!"

Aníbal Cavaco Silva, mensagem final, do último tempo de antena, no ar hoje às 22h40, na RTP1.
Ver o tempo de antena, em antecipação para a internet, em TV Portugal Maior.

Escrito de Londres

Nos últimos 2 meses tenho contactado com muitos Portugueses espalhados por todo o mundo.

Desde elevados quadros de grandes empresas, Professores Universitarios a pessoas das raizes mais humildes.

Tenho encontrado uma grande expectativa nas eleições Presidenciais de domingo. Sem haver unanimidade, porque em Democracia não ha unanimidades, tenho visto um grande entusiasmo e esperança à volta da candidatura do Professor Cavaco Silva.

Esta candidatura simboliza o Portugal do futuro, o Portugal realista das dificuldades do presente, mas ambicioso e consciente das oportunidades que enfrentamos como Povo e que não podemos desperdicar.

A história da Democracia Portuguesa mais recente, desde a crescente importância do fenomeno das sondagens, tem vindo a penalizar em eleições locais, nacionais e referendos os candidatos, partidos e tendências que se afiguram como claramente favoritos antes das eleições.

Fica a ideia que muitos eleitores pensarão "o meu voto talvez seja prescindivel", porque o resultado já está assegurado.

A todos os Portugueses espalhados pelo mundo com direito a voto fica aqui a exortação de este fim de semana votarem em força para contribuirmos todos para dar uma grande vitória a Portugal . A vitória que todos precisamos e ambicionamos.


Miguel Braga, animador, a partir de Londres, do Espaço Geração Global do Portal da Candidatura do Prof. Cavaco Silva

Por Terras de Viriato, rumo a um Portugal Maior


Ao longo de um dia intenso de campanha eleitoral em Viseu, o Prof. Cavaco Silva era o exemplo de um Homem determinado, com uma forte cumplicidade com o Povo de Viseu, que nunca lhe regateou apoio e provou neste dia que acredita num Portugal Maior, com um Presidente com projecto.Foi num ambiente de festa, com uma mobilização genuina, que o dia decorreu tendo início na terra da mandatária distrital, Isabel Silvestre, passando por Castro Daire e terminando a parte da manhã com um almoço entusiástico em Lamego.O Povo identifica-se com a mensagem de um candidato que se assume com um projecto mobilizador, que soube resistir aos ataques constantes dos seus adversários, aprecia a forma directa e simples como se dirige e explica as suas ideias.
No almoço de Lamego, com casa cheia, a interacção foi permanente, com um rodopio de pessoas que, durante todo o almoço, quiseram cumprimentar o candidato, pedir um autógrafo, tirar uma foto para recordar o dia; a todos recebeu com uma afabilidade e simpatia própria de um grande Homem que se assume sempre com simplicidade.
Mais tarde, no Hotel Montebelo, um encontro informal com alguns daqueles ( empresários e pessoas de diferentes profissões ) que têm sido os protagonistas de uma revolução tranquila em Viseu, que retirou esta região de um lugar de fundo de tabela, colocando-a no caminho do progresso.
Foi o ganhar balanço para um autêntico " banho " de multidão, um mergulho profundo no calor das gentes das Beiras; do Rossio à Rua Formosa, passando pela Rua Direita e terminando no Largo do Soldado desconhecido, um entusiasmo contagiante de jovens e pessoas de todas as idades, pessoas a acenarem das janelas, comerciantes à porta das suas lojas com bandeiras, uma correria de gente que, simplesmente se queriam associar, tocar no Sr. Professor, dirigir-lhe umas breves palavras, um incitamento.
O dia terminou com chave de ouro, num Pavilhão do INATEL a abarrotar, com o calor de uma recepção bem à moda das Beiras.Cantou-se o " Viseu Senhora da Beira ", já assumido como o Hino da Região, ouviu-se com entusiasmo um discurso que faz renascer a esperança em todos nós, o acreditar que é possivel fazer um Portugal Maior.A certeza de que, com o Prof. Cavaco Silva, será possivel " tocar a reunir ", uma voz autorizada, com um projecto capaz de unir os Portugueses, de incentivar os diferentes órgãos de soberania, Governo, Assembleia da República, Presidência da República e Autarquias Locais a colocarem de lado aquilo que não é essencial e fazer um esforço em uníssono em torno do futuro de Portugal.
Foi um Prof. Cavaco Silva emocionado, com o calor da melhor sala da campanha, acreditando que é possivel ganhar à primeira volta, se os portugueses tiverem compreendido a mensagem que andou a propalar pelo País e se mobilizarem combatendo a abstenção.Sem triunfalismos, acredito que em Viseu se iniciou a recta final que dará a Portugal um novo Presidente da República capaz de a todos mobilizar, de fazer acreditar que podemos ser mais produtivos, criarmos mais riqueza para a podermos distribuir, melhorarmos as nossas qualificações e ocuparmos no mundo o lugar a que temos direito.
Pela minha parte acredito, estou motivado, senti isso à minha volta como há muito tempo não sentia, senti aumentar em nós a auto estima tão necessária para darmos o nosso melhor.Nós, Viseenses, acreditamos nesta vitória essencial para o País, nunca regateámos apoio ao Prof. Cavaco Silva, marcámos presença mais uma vez e iremos contribuir para uma vitória por um Portugal Maior.


António Almeida Henriques, Presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Centro

Coimbra tem mais encanto: o relato da visita de Cavaco Silva, por Pedro Saraiva


Ao chegar à Pedrulha, pelas 20h00 do dia 18, percebe-se que algo está a acontecer. O volume de carros estacionados alastra-se por parques de estacionamento e ruas circundantes. Um bom augúrio daquilo que efectivamente se passou no Pavilhão de Exposições da Relvinha: repleto de milhares de pessoas, cheio como um ovo, como não me lembro de o ter visto.
Lá dentro, respira-se um ambiente de quem acredita que Portugal tem futuro e não se demite de dar o seu melhor para o ajudar a construir.
Gente de todas as idades, profissões e ideologias unida em torno de uma causa comum: a de no dia 22 de Janeiro colocar na Presidência da República quem melhor nos pode liderar no caminho de reafirmação de um Portugal Maior e Melhor, aquele Portugal que ambicionamos, que merecemos e que temos obrigação de criar para nós e para os nossos filhos.
O discurso do Prof. Cavaco Silva confirma as melhores expectativas. De uma forma clara e inequívoca aponta prioridades e opções estratégicas. Dá-nos um rumo. Faz-nos acreditar e confiar. Mobiliza-nos para um desafio que é de todos. Entusiasma e motiva. Sempre pela construtiva. Sem críticas nem ataques pessoais. Como deve ser. Como pode ser quando se tem ideias, projectos, objectivos para Portugal.
À saída, um autarca do distrito aborda-me para me dar uma excelente notícia: decorrente de contactos estabelecidos aquando da minha passagem pela CCDRC, um grupo norte-americano acaba de confirmar a sua intenção de investimento em tecnologia de ponta no seu concelho. Era a cereja em cima do bolo. Coincidência? Talvez não. A sorte protege os audazes e os que por ela lutam. Precisamos de um Presidente da República que perceba que assim é e com sensibilidade para estas apostas da modernidade. Saio da Relvinha confiante, feliz e ainda mais convicto de que Portugal é possível e vai ser realmente Maior.
Só depende de nós. Dia 22 aproxima-se rapidamente. Estamos quase lá. Temos de mobilizar vontades e fazer tudo por tudo para que venha a marcar o primeiro dia de um novo ciclo do País. Um ciclo positivo, próspero, voltado para aquilo que está para vir e não para aquilo que já foi. Esta nova passagem do Prof. Cavaco Silva por Coimbra mostrou bem como o Distrito percebe a importância do próximo Domingo. Com entusiasmo e responsabilidade, lá estaremos.
Portugal exige-o e merece-o!

Pedro Saraiva é Pró-Reitor da Universidade de Coimbra

Candidato da estabilidade

"Cavaco Silva é o candidato que melhor contribui para um quadro de estabilidade, ao mesmo tempo que será um suporte da agenda reformista do Governo"

"Declaração de Voto", Paulo Gorjão

quinta-feira, janeiro 19, 2006

A melhor escolha, por um Portugal Maior!

Está a terminar a Campanha para as Eleições Presidenciais.
Cavaco Silva afirmou-se por si próprio, pelas suas ideias e pelas suas ambições para Portugal.
Fez uma campanha positiva.
Não atacou, não caluniou, muito menos ridicularizou os outros candidatos, nem alguma vez lhes atribuiu intenções menos nobres.
Respeitou-os sempre, mostrando assim respeitar os portugueses que os apoiavam.
É um homem informado, culto, atento às questões sociais, mas também à economia, determinado, mas capaz de gerar consensos, defensor da coesão social e um garante da estabilidade política. Cavaco fez uma campanha construtiva, procurando mobilizar os portugueses para os grandes desafios do nosso tempo.
Vai ser, segundo penso, escolhido por uma grande maioria de portugueses para ser Presidente da República.
Se assim for, será a melhor coisa que acontece em Portugal nos últimos tempos!...

Um bom sinal

"Quase no fim da campanha, é preciso admitir que ninguém descobriu bons argumentos contra a eleição de Cavaco Silva (...)
"A eleição do prof. Cavaco poderá significar o gosto do eleitorado pelo pluralismo e pela civilidade, sem os quais qualquer democracia é apenas uma guerra civil em suspenso. Uma vitória do Prof. Cavaco seria, por esse lado, um bom sinal"

Rui Ramos. Ler artigo do Diário Económico aqui.

Às Comunidades Portuguesas

"Dirijo-me a todas as Portuguesas e a todos os Portugueses residentes fora do Território Nacional, apelando ao seu espírito de participação cívica e política e pedindo a todos que votem nas eleições para o Presidente da República que terão lugar nos mais diversos consulados de Portugal espalhados pelo Mundo, nos próximos dias 20, 21 e 22 de Janeiro.
É com particular gosto que o faço, uma vez que o direito de voto dos portugueses não residentes em Portugal nas Eleições Presidenciais só foi conseguido com grande esforço, num processo em que me envolvi convictamente no passado, contra muitos que hoje se afirmam como grandes paladinos das nossas comunidades.
Como candidato a Presidente da República, quero dizer-lhe que tenho perfeita consciência de que Portugal não se esgota nas suas fronteiras geográficas e que tão Português é aquele cidadão que reside no nosso País como qualquer outro, que se encontre algures noutro ponto do Mundo".


Aníbal Cavaco Silva
Mensagem às Portuguesas e aos Portugueses da Diáspora, disponível aqui.

Tempos de antena

Os primeiros dez, aqui.

Fotos que valem mil palavras (6)



Coimbra, 18 de Janeiro

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Portugal mais justo e solidário

Nota da Direcção de Campanha de Braga

"Teve lugar no dia 17 do corrente, pelas 16h00, na sede distrital de Braga da candidatura do Prof. Cavaco Silva à Presidência da República, a entrega formal de um exemplar do manifesto eleitoral em braille à Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga.
Presidiu a esta cerimónia a mandatária distrital de Braga, Profª Drª Isabel Calado Ferreira, ladeada pelo Coordenador Distrital da candidatura, Dr. Humberto Carneiro, que fez a entrega daquele exemplar ao Presidente da Associação, Domingos Silva. Na sua intervenção, a mandatária distrital referiu que a mensagem do Prof. Cavaco Silva deve ser conhecida de todos os cidadãos. Os portadores de deficiência visual também são cidadãos de pleno direito. Daí a preocupação da candidatura em traduzir para a linguagem de Louis Braille as ambições do Prof. Cavaco Silva para um Portugal Maior, para um Portugal mais justo e solidário.
O invisual Arlindo Meira foi convidado por Domingos Silva a ler um excerto do manifesto eleitoral. “Considero dever do Presidente da República empenhar-se para que sejam ouvidos os legítimos anseios e os direitos dos grupos mais vulneráveis da nossa sociedade, como os deficientes, os idosos, os reformados, os desempregados e aqueles que, por não pertencerem a grupos organizados, não conseguem encontrar quem os defenda e alerte para as suas dificuldades”, leu aquele invisual.
Seguidamente foi feita uma demonstração do “site” da candidatura, onde a maior parte dos textos estão convertidas em voz, para que os deficientes visuais possam os possam conhecer".

A inovação pode e deve ser sinónimo de inclusão social. A tecnologia pode ajudar a vencer barreiras. Daí a aposta clara na acessibilidade do portal. Um dos principais assuntos em debate na visita de Cavaco Silva à ACAPO. Ver post alusivo.


Inovação no Portal

Agora também já pode enviar MMS para o portal www.cavacosilva.pt
Se tem um telemóvel com câmara fotográfica torne-se o "reporter" no local.
Tire as suas fotografias dos momentos de campanha com o Prof. Cavaco Silva ou da sua cidade, junte uma frase e o seu nome e envie para o 4567.
As sua fotos passarão a fazer parte de mais uma área do portal.
Veja as primeiras aqui! (Um exemplo: ao lado, a foto que tirei com o meu telemóvel no comício de Barcelos)

À altura das responsabilidades

Vasco Graça Moura no DN:

"Uma recuperação satisfatória levará anos e anos. Só com uma grande determinação e com uma forte confiança no futuro é que poderão ser vencidas as sucessivas vagas de dificuldades, de mal-estar e de descontentamento que se anunciam em todos os sectores da vida nacional, do emprego à segurança social e da saúde à educação.Tanto no plano nacional como no internacional, será necessário que o país se decida a enfrentar desafios políticos, culturais, sociais e económicos bem maiores, bem mais dramáticos e bem mais complexos do que todos os que se lhe puseram nos últimos trinta anos.
Sem uma plena confiança no futuro, não se torna possível a grande mobilização dos cidadãos que é indispensável para a recuperação. E sem essa mobilização não se pode falar numa determinação e num empenhamento que responsabilizem a fundo os portugueses.
O grau em que os cidadãos aceitam responsabilizar-se mede-se por aquilo que esperam. E os cidadãos só se responsabilizam e empenham a fundo se sentirem que vale a pena fazê-lo.Para esse efeito, é imprescindível que haja total coesão e compreensão entre os órgãos de soberania, no âmbito de uma cooperação estratégica que potencie ao máximo as sinergias entre eles, sem deixar de respeitar as competências respectivas.
Para isso não se requer apenas uma mera capacidade política do titular da chefia do Estado, postulada em abstracto.
Essa capacidade política deve ser escorada, muito em concreto, no rigor, na experiência, na competência e também na disponibilidade permanente para a procura consensualizada dos grandes objectivos nacionais. E deve ser objectivamente credível. É neste sentido que a popularidade do chefe do Estado se mede pela sua capacidade de inspirar o maior grau de confiança ao maior número possível de cidadãos.
Por isso mesmo, é absolutamente normal que a personalidade do candidato conte, e conte muito, para a sua designação para um órgão unipessoal, por sufrágio universal e directo.Portugal tem a sorte de ter surgido um candidato, e nessas condições só surgiu um, com uma personalidade indiscutivelmente adequada à função tal como ela carece de ser exercida.
Essa personalidade é bem conhecida dos portugueses. Divulgou um manifesto que é um compromisso solene e um programa viável de actuação.
Afirmou, com toda a simplicidade, a sua independência e o seu posicionamento acima das forças políticas.
Rejeitou os enquadramentos e compromissos partidários, a dicotomia esquerda/direita, a revisitação do passado e a ordenação do presente segundo enfoques paroquiais ou interesses mais do que discutíveis. Abordou, sem rodeios e sem demagogia, a situação do país e os grandes problemas do presente. Fê-lo com a serenidade e o conhecimento de causa de quem sabe bem do que está a falar.
Explicou que se faz cada vez mais tarde para Portugal encontrar soluções e que estas são cada vez mais urgentes. Mostrou que é imperativo pensar no futuro de Portugal e agir sobre o futuro de Portugal com ideias claras sobre o conteúdo e o desempenho do mandato presidencial.
Apresentou-se com franqueza, desprendimento, sentido de Estado e espírito de missão.
Aníbal Cavaco Silva foi o único candidato que interpelou reiteradamente os portugueses quanto a todos estes pontos e os fez sentir à altura das responsabilidades que eles mesmos terão de assumir."

terça-feira, janeiro 17, 2006

A oportunidade que não deve ser perdida!

Estamos a chegar ao dia 22 de Janeiro, dia das Eleições Presidenciais.
A escolha do Presidente da República é um importante acto de cidadania, pelo que votar, para além de um direito, é também um dever cívico que se nos impõe.
Urge que os portugueses apoiantes de Cavaco compareçam em massa à votação, já que a vitória se conquista nas mesas de voto e não nas sondagens, por muito favoráveis que sejam.
Cavaco Silva salientou ontem que estas eleições constituem uma "oportunidade que não deve ser perdida”.
Mais disse que estamos a chegar “à hora da verdade", pelo que "todos se devem sentir convocados".
Correspondendo ao apelo, e por um acto de inteligência, lá estaremos no dia 22, para assegurar uma grande vitória a Cavaco Silva, por Portugal!.

Regresso ao passado

"Esta campanha tem sido uma longa, emocionante e diversificada expedição contra o prof. Cavaco Silva. De repente, a política portuguesa voltou 20 anos atrás. Ganhou-se uma súbita nostalgia pelos anos 80. Regressou-se aos tempos sem telemóveis nem Internet. Voltaram à berra acontecimentos esquecidos e irrelevantes. Parece que, afinal, os Governos desse tempo é que têm a culpa de tudo, do défice actual ao aquecimento global. A actual campanha presidencial é mesmo muito estranha!
Alguns dos argumentos utilizados são bastante curiosos. Por exemplo, um dos mais repetidos é que o ex-primeiro-ministro domina demasiado bem os dossiers e isso criará problemas à sua Presidência. Este raciocínio é no mínimo abstruso. Porque, das duas, uma ou esta eleição tem alguma coisa a ver com os graves problemas que nos preocupam, e nesse caso conhecer bem os assuntos é uma clara vantagem para o Presidente; ou não tem nada a ver com isso, e então o melhor seria decidirem o resultado com moeda ao ar, poupando o esforço e custo do escrutínio. "

César das Neves, no DN

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Cultura do mérito

Cavaco Silva tem uma longa carreira académica.
É Professor Catedrático e chegou à cátedra por mérito, reconhecido em sucessivos exames e concursos.
Foi Primeiro-Ministro com mérito, depois de se ter sujeitado ao exame de três eleições, nas quais o povo português o passou com a mais elevada nota.
É por isso que Cavaco Silva vem pugnando pela cultura da qualidade e do mérito.
Ainda ontem, em Barcelos, voltou a repetir que "no Estado têm que estar os mais competentes e não aqueles que têm este ou aquele cartão, por pertencerem a esta ou aquela clientela…" e que "o Estado não é um feudo dos que vencem contra os que são vencidos…”
A eleição de Cavaco Silva constituirá, sem dúvida, uma garantia para que em Portugal se possa definitivamente enraizar a cultura do mérito, banindo de vez a cultura dos "jobs for the boys" .
"O exemplo tem de vir de cima", referiu Cavaco Silva.

Voltar a sonhar

"Com o Professor Anibal Cavaco Silva os portugueses podem voltar a sonhar e a acreditar num Portugal Maior. Eu tenho esperança. Voto nele."

António Quina, fundador de A Vida é Bela, no Espaço X/Y

Fotos que valem mil palavras (5)

Chaves, 16 de Janeiro

Espaço X/Y

Em que medida é que o Presidente da República pode contribuir para um Portugal melhor?
Pode e muito. Desde que esse Presidente se chame Cavaco Silva.

Diogo Anahory, publicitário. Entrevistado por Artur Casaca no Espaço X/Y

O que é preciso para fazer um Portugal Maior?
Mais mentes empreendedoras, progressistas e dinâmicas.

Alberto Vieira, músico. Para além da entrevista, disponibiliza duas músicas exclusivas, esta e esta.

Nova esperança


"Portugal precisa de uma nova esperança que alimente a alma de todos nós. Acredito que o Professor Cavaco Silva pode ser esta nova esperança que todos nós desejamos, que todos precisámos, para construirmos um Portugal com futuro, um Portugal mais justo, mais fraterno, MAIOR. Eu acredito e voto Cavaco Silva"

Mensagem de Joaquim Anjos, do Porto, enviada em 2006-01-16 às 17:39:29

Uma cultura de exigência

(O Presidente da República) "Porque é o presidente de todos os portugueses, pode ter um papel decisivo na afirmação de valores, na pedagogia da actuação, na cultura de exigência de que Portugal tanto precisa.
Um bom governo encontrará num bom presidente o seu maior aliado. Um bom juiz saberá que um bom presidente o apoiará quando for preciso demonstrar verdadeira independência. E um bom empresário voltará talvez a acreditar que vale a pena apostar no seu país, se um bom presidente fizer a apologia da racionalidade económica, da meritocracia, e da sã concorrência."


António Borges, no Diário Económico de hoje.

Mais justiça social

"Considerando-me uma pessoa da área da esquerda, isto é, que acredita nos valores sociais que possam conduzir a evolução da sociedade no sentido de uma maior justiça social, entendo que o Professor Cavaco Silva é o Candidato que reúne as melhores condições para presidir ao País na grave crise que atravessa."

Bernardo Pinto de Almeida, Poeta

Cavaco é um senador da República Portuguesa

Mário Pinto, no Público de hoje.
Reproduzo aqui parte do artigo, pois o site do jornal não é de acesso livre:

"Apoio Cavaco Silva porque o considero muito capaz de exercer bem o cargo de Presidente da República, e porque nenhum dos outros candidatos o pode fazer melhor. Nem mesmo Mário Soares, nas presentes circunstâncias.
Cavaco Silva tem qualidades que conheço pessoalmente
; tem excelentes conhecimentos científicos e técnicos na Economia e nas Ciências Sociais, como universitário que é; tem experiência política, de líder partidário e de governo. Ninguém trabalhou mais tempo e melhor do que ele, na União Europeia, em representação do Governo de Portugal. Como primeiro-ministro, lidou politicamente com Mário Soares, então Presidente da República, contas redondas durante dois mandatos.
É um senador da República Portuguesa, como Mário Soares e Freitas do Amaral, por exemplo.
Então pergunto: é aceitável que, todos os dias, nesta prova eleitoral, seja sujeito a uma desqualificada campanha de descrédito como democrata, a ponto de já se ter dito que punha em perigo a tranquilidade do sono dos portugueses? E, como este ataque não pudesse ser mantido, é aceitável que se lhe faça ao redor, ao som de um samba de uma nota só, uma contínua dança de agoiros, o último que ouvi é o do fantasma do cavaquismo?
Os vários candidatos socialistas de esquerda pedem que confiemos neles e desconfiemos de Cavaco Silva. E é Mário Soares (curiosamente, o mais centrista entre todos) quem mais agita a campanha de suspeita e medo contra a alegada falta de idoneidade pessoal e de lealdade democrática de Cavaco e dos que estão com ele. Honra seja feita a Manuel Alegre, que, neste ponto essencial, tem excluído os ataques pessoais do debate político.
O recurso a infamar Cavaco Silva tem uma história, e esta história revela uma espantosa arte de propaganda; chegou até, recorde-se, a considerar como situação antidemocrática a maioria parlamentar que apoiava o seu Governo.
Quando, no Verão quente de 1975, Mário Soares se viu aflito na defesa da liberdade democrática, esteve acompanhado dos sociais-democratas de Sá Carneiro (na Alameda); quando foi preciso salvar o país da bancarrota, foi com os sociais-democratas de Mota Pinto, como antes já tinha estado com os democratas-cristãos para fazer governo; e se de novo se visse aflito na mesma causa da liberdade pluralista, contaria ainda e sempre com os mesmos sociais- democratas, agora de Marques Mendes e de Cavaco Silva. E seguramente também com os democratas-cristãos.
Mas quando disputa politicamente contra os que estão à sua direita, não só aceita a difusa cumplicidade de pertencer à família da esquerda, em que há democratas e não-democratas, como não hesita em atacar pessoalmente os líderes sociais-democratas e centristas, suspeitando a sua lealdade às liberdades, como fez a Sá Carneiro várias vezes, a Freitas do Amaral tristemente no célebre debate televisivo, e agora a Cavaco Silva.
Usa assim, no seu discurso, como que de uma duplicidade ideológica, que faz com que os outros, à esquerda e à direita, conforme as situações, sejam umas vezes idóneos, outras vezes democratas duvidosos. O que não coincide com a sua prática, porque, sempre que teve de governar, verdade seja dita, nunca aceitou acordos com os comunistas, leninistas ou trotskistas, mesmo quando os seus votos lhe convinham no Parlamento.
A experiência mostra que os excessos da retórica acabam por cansar e, pior ainda, por se revelar frustrantes. Estamos numa grave crise, que é económica, mas também social e cultural. Se não a resolvermos de facto, e prolongarmos uma retórica que pode ser encantatória, mas termina por se mostrar alienante, entraremos numa crise de identidade política nacional. Nestas condições, é cruel continuar com um discurso de ataques pessoais maldizentes. Precisamos de mais actos e de menos palavras. E, quanto a estas, menos elogios próprios e menos ataques pessoais aos adversários. Bem vistas as coisas, já todos nos conhecemos bastante bem... Deixemos, portanto, isso e passemos à acção política como deve ser."

"Votar com toda a convicção"

"Sei de rapaziada, uns inconscientes com certeza, a quem já podemos chamar de trintões, que pela primeira vez na vida vai votar com toda a convicção. Por uma vez não é o voto de protesto, não é um voto no mal menor."

Vale a pena ler este post no HardBlog (lido no
Portugal dos Pequeninos, de João Gonçalves, o qual chegou ao mesmo através do blogue de Francisco José Viegas, A Origem das Espécies , que o descobriu no Miss Pearls )